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Terça, 17 de Outubro de 2017
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QUANDO DESVIAMOS NOSSO OLHAR DE JESUS NOS AFOGAMOS EM NOSSO PRÓPRIO EGOÍSMO

12/08/2017

Pax Domini sit semper vobiscum!

A virtude da fé sempre nos desafia no seguimento de Jesus. Inicialmente fomos chamados à existência, depois ao batismo, quando nos consagramos a Deus. Vamos rezar pelos nossos pais. Que eles saibam cumprir com o que o Senhor lhes pede. Quando a família está bem, a sociedade cresce. Os cristãos não podem ser meros espectadores da destruição das famílias que o inimigo de Deus tenta fazer a muito tempo especialmente pelo mau uso da mídia.

OREMOS: Deus eterno e todo-poderoso, a quem ousamos chamar de Pai, dai-nos cada vez mais um coração de filhos, para alcançarmos um dia a herança que prometestes. Por nosso Senhor Jesus Cristo na unidade do Espírito Santo. Amém.

EVANGELHO (Mt 14, 22-33):
Depois da multiplicação dos pães, Jesus mandou que os discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte, para orar a sós. A noite chegou, e Jesus continuava ali sozinho. A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Quando os discípulos o avistaram andando sobre o mar, ficaram apavorados, e disseram: “É um fantasma”. E gritaram de medo. Jesus, porém, logo lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!” Então Pedro lhe disse: “Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água”. E Jesus respondeu: “Vem!” Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. Mas, quando sentiu o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!” Jesus logo estendeu a mão, segurou Pedro, e lhe disse: “Homem fraco na fé, por que duvidaste?” Assim que subiram no barco , o vento se acalmou. Os que estavam no barco, prostaram-se diante dele, dizendo: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!”

Homem fraco na fé, por que duvidaste?

Esta passagem do evangelho é de uma riqueza extraordinária para nós hoje. Tem muito a nos ensinar em relação a nossa entrega ao plano de amor do Criador. Em primeiro lugar percebemos o gesto de Jesus que manda seus discípulos seguirem adiante dele para que ele possa rezar. Não existe fé sem oração. Jamais poderemos saber o que Deus deseja de nós se não nos comunicamos com Ele. Jesus dá exemplo da importância da oração. Quando rezamos começamos a ter discernimento em relação à escolha sobre o bem e o mal. Na oração descobrimos a vontade de Deus e ao mesmo tempo nos fortalecemos para concretizá-la em nossa vida.
Os discípulos já estavam bem afastados. Jesus vai ao encontro deles andando sobre as águas. Os sinais de Jesus também são u m mistério para nós. Certamente que este gesto serviria de base para a fé dos discípulos. No futuro, em meio às dificuldades do seguimento. Para que eles não vacilassem, em meio aos desafios da futura vida que teriam que levar. O Senhor toma sempre a iniciativa. Ele nos ama e vem até nós. É o Pai misericordioso.
O alcance da fé dos discípulos não chega ainda à altura do acontecimento de Jesus andar sobre as águas. Eles têm medo. Muitas vezes se sentem fragilizados pela falta do Espírito Santo que no futuro dará força para enfrentarem a realidade e assumirem totalmente a pessoa de Jesus. O medo pode ser um dos maiores inimigos para seguirmos a Cristo. Numa fase inicial os seus discípulos sempre serão criticados e humilhados frente ao egoísmo da sociedade.
Pedro, o futuro chefe da Igreja, toma a iniciativa e aceita o desafio. Quer ir também. Andar nas águas com a segurança do mestre. Inicialmente, quando confia na presença de Jesus, consegue caminhar sobre as águas. Quando começa a se entregar mais para a lógica humana do que divina se afoga. A perda do olhar do mestre, o medo e o desvio para as coisas externas fizeram que ele começasse a se afundar. Muitas vezes somos tomados de dúvidas porque queremos explicar as atitudes de Deus sem nos entregar para Ele. A barca pode representar a Igreja. Nunca devemos nos afastar dela se queremos alcançar a verdadeira felicidade.
Quando Jesus sobe no barco a tempestade é acalmada. A presença do Salvador muda a situação de domínio do pecado. Deus vai à busca do homem que sozinho não tem como se salvar sem o seu auxílio. Nunca poderemos entender quem é Deus se não formos solidários. Os mesmos homens que tiveram esta experiência maravilhosa terão que padecer a conseqüência de sua adesão ao plano de Deus. Será exigido deles o martírio, a total entrega à vontade de Deus. Duas realidades se unem: a imensa misericórdia do Senhor que se manifesta a nós e a missão como consequência imediata daqueles que aderem ao Reino.

Senhor Jesus venha em nosso auxílio quando somos medrosos e olhamos para o lado.

Rio Grande, 07 de agosto de 2017.

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